Um devir feminino

Registro, aqui, que só uma mulher poderia me conduzir ao encontro da arte de Remédios. Estou Falando a Bárbara Ablas (jornalista) que sugeriu conhecer a artista. Realmente, a obra de Remédios expõe o que é mais incompreensível da alma feminina: A beleza da felicidade consciente de uma realidade prematura que não aceita o desejo da liberdade de prazer, mas que impõe uma busca constante de sua realização plena. É a falsidade da dependência, ou outra coisa que não é nem felicidade e nem dependência (por Benedito Libério Bergamo).

Remedios Varo Uranga (16 de Dezembro de 1908 – 8 de Outubro de 1963) foi uma pintora surrealista. Ela nasceu em Anglés Cataluña, Espanha e morreu de ataque cardíaco na Cidade do México em 1963. Durante a Guerra Civil Espanhola, Remedios mudou-se para Paris onde foi grandemente influenciada pelo movimento surrealista. Ela foi forçada a exilar-se da capital francesa durante a ocupação nazista da França e mudou-se para a Cidade do México em fins de1941. Embora ela considerasse o México como um refúgio temporário, o país acabou por tornar-se sua residência definitiva. (fonte http://pt.wikipedia.org/wiki/Remedios_Varo)



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