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Venha abrir o Zíper

25 de julho de 2012

Na sexta feira, dia 27.07.12, estremos  divulgando a prosa poética do Zíper da Cidade no La Barca, que fica na Praça Roosevelt (consolação), n. 222, a partir das 21 horas. 

Aqui vai uma letra antiga para blues

18 de julho de 2012

Beibi  Você me ama  Você me engana Escreva todo nosso amor com letras de baton bordô nas faixas de segurança de nossa cidade  beibi Escreva que sou  que eu sou seu grande amor me identifique nesta multidão grite meu nome pela São João ouça o seu coração beibi não perca não desista desta ilusão Beibi  Você me ama  Você me engana Estou agora numa nave do metrô apertado num espaço sideral  retroo num destino de periferia  beibi Seu beijo Seu beijo Como num filme de cinema  a luz apagou Você me ama Você me engana Até de baixo d’água E sobre a cama

Texto não publicado

18 de julho de 2012

Texto inédito não publicado no Zíper da Cidade,  mas que revela a riqueza da produção da obra. O seria uma  apresentação através das impressões trocadas entre o  autor  e o trio  de alquimistas, Márcia Rocha, Tadeu Bandone e Henrique Suzuki. Com certeza comporá um outra edição: CORRESPONDÊNCIAS PARA UMA ORELHA  …”O seu livro é bem imagético – não sei se existe essa palavra – mas muito apropriada para quem ama a plástica visual… Traços simples, mas que devem ser enriquecidos com subjetividades. O desenho anterior remete ao surrealismo,  mas precisa de uma plástica, uma ousadia estética, como os artistas  surrealistas e uma boa a arte final…  Será uma ilustração composta, a mesma,  digitalizada com os traços, mas com a composição de um zíper de verdade, um olhar e a cidade, ou seja, terá a minha mão no traço, os efeitos especiais da Marcia e as fotos do Henrique, partindo de uma obra literária sua…   (Correspondências de Tadeu Bandone) “…acho que, finalmente, comecei a sentir que existem imagens em mim para, de alguma forma, ilustrar o seu trabalho. Como te disse antes, não estava me sentindo capaz de tanto…Tentei “segurar” as imagens que o seu estilo literário me proporcionou, mas as emoções estavam fora do meu padrão de trabalho, ou o que acredito ser o meu próprio estilo. O que, de forma alguma, tirou  a “viagem” que foi ler a sequência de imagens que os seus contos (ou não contos) descrevem. Retive algumas sensações, como a de umidade de uma chuva que sempre cai, fora e dentro da alma. A percepção quase que feminina de um masculino em busca do complemento. O coloquial com um tom de sagrado… Não sei se consigo interpretar sentimentos dessa natureza… Me expresso melhor no sarcasmo inocente, mas, ultimamente, tenho tido algumas “visões”… (Correspondências de Márcia Rocha) “…estas fotos foram feitas a partir da desconstrução das imagens formais, foi o jeito que encontrei para traduzir em imagens a minha percepção do trabalho de Benedito Bergamo. Se jogando de cabeça no puro instinto, com os olhos e o coração no lado negro da calçada, fazendo dos erros acertos, foi a forma que encontrei para me aproximar do universo que envolve o poeta. Henrique Suzuki ….” (Correspondências de Henrique Suzuki) “Penso que estilo se define assim mesmo… Seguindo uma trilha interna de um sentimento que faz nos comunicar de uma maneira peculiar. Querendo ou não, imagens são o resultado da leitura. O mundo surreal que você propõe não é o surreal do impossível, mas o surreal das possibilidades, se me faço entender, portanto, a visão urbana, com reflexos urbanos (luzes) cria, então, um universo pictórico que se encaixa perfeitamente na “sua” proposta impressionista. Uma sensação… um convite… quem sabe real ou não… talvez a mulher esteja lá como experiência concreta, mas talvez ela nunca existiu além da  imaginação…” (Correspondências de Márcia Rocha) Agora sou eu quem precisa de palavras para dizer que  suas imagens da cidade captaram as provocações de meus textos, mas o que mais me impressionou foi,  de certa modo, a paz ou  tranquilidade (ou um sentimento que não tem nome em sua contemplação) das imagens em meio a tantos movimentos  de luzes num caos de proporções infinitas que nos toca, prestes a nos motivar de alguma forma ou revelar o surpreendente (esse é um ritmo que não consigo desfazer no livro – talvez, como disse Edú Chagas, falte para mim um pouco de  técnica de leitura dramática para,  num outro momento, ver meus textos  em  ritmo diferente). Correspondências do autor. É O LIVRO.

O livro

18 de julho de 2012

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Depois de um longo, calmo e espontâneo processo de edição e publicação do Zíper da Cidade, finamente ele foi aberto oficialmente nos dias 13 e 14 de julho de 2012, na Livraria HQMix – Rua Tinhorão, 124 – São Paulo (ver no facebook) e  no Verso Versatil – Rua Deputado Emílio Carlos, 744 – Osasco (ver no facebook). Pelo Resultado da edição e publicação tem que registrar meus agradecimentos: ao trio  da ilustração, Márcia Rocha, Tadeu Bandone e Henrique Suzuki, pelas fotos,  pela arte da ilustração,  concepção de desenho e fotos; à Jô Capusso pela mágica foto do autor;  ao André Bogdan pelo projeto gráfico; ao Rafael  Batini pela revisão e à Gráfica e Editora Hedra pela impressão e ao Diretor e Ator Edú Chagas que me fez despertar para a leitura dramática quando de revisão final dos textos por mim.

Nosso logo e marca

18 de julho de 2012

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