Archive for the ‘poesia’ Category

autoLambeauto

26 de abril de 2018

Você

já se lambeu

Se beijou

Hoje

?

!

.

por que prego afunda? (do poema Piedade de Roberto Piva)

14 de março de 2018

CONVITE via leituras de Roberto Piva

Convido você para participar do período de Lançamento da edição do eBook Kindle, “E ou”, pela Amazon.com.br, como o oferecimento gratuito o livro no período de 23 a 27 de janeiro de 2017.

22 de janeiro de 2017

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Poeta não erra. Pratica rasuras.

Foi assim, praticando rasuras que  cheguei  à construção  do “E OU” como um conjunto de textos poéticos, articulado  por um índice em que o “e” permitiu a escolha dos textos poéticos antigos, novos  e reescritos e o  “ou” permitiu a dúvida de que  os textos deste livro,  uns impregnados de  repetições sonoras,    outros de imagens que  visam afetar o imaginário visual ou aqueloutros de misturas de sensações em confusões intelectuais ou mensagens filosóficas, possam  representar um caminho  de identificação  de um gosto poético. Umas imitações. Brincadeiras de criança com coisas insensatas. Um modo de escrever  para  tornar  aquilo  de alheio na poesia como algo próprio do seu  leitor  que, no caso desse livro de poemas,  é você meu amigo, pois só os amigos, esses espécimes, meio mágicos meio magos, são os  que  sempre aparecem para  nos lembrar dos valores conhecidos “e” de  explorar valores novos na vida “ou”  num  livro de poesia.

Enfim,   este livro  nada mais é  do que um conteúdo de verdades filosóficas absolutas do jogo livre de imaginação em liberdades  da expressão escrita, que tangenciam o invisível dos pregos enfiados no horizonte, porque “as coisas que não existem são mais bonitas”, como diz Felisdônio comendo papel no poema “Mundo Pequeno”  de Manoel de Barros (1916 – 2014), e, também, porque a “Natureza ama esconder-se”, segundo Heráclito de Éfeso (535 a.C.- 484 a.C.).

O autor

8 de novembro de 2016

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Apresentação do autor no livro “E ou poesias”

31 de outubro de 2016

Poeta não erra. Pratica rasuras.

Foi assim, praticando rasuras que  cheguei  à construção  do “E OU” como um conjunto de textos poéticos, articulado  por um índice em que o “e” permitiu a escolha dos textos poéticos antigos, novos  e reescritos e o  “ou” permitiu a dúvida de que  os textos deste livro,  uns impregnados de  repetições sonoras,    outros de imagens que  visam afetar o imaginário visual ou aqueloutros de misturas de sensações em confusões intelectuais ou mensagens filosóficas, possam  representar um caminho  de identificação  de um gosto poético. Umas imitações. Brincadeiras de criança com coisas insensatas. Um modo de escrever  para  tornar  aquilo  de alheio na poesia como algo próprio do seu  leitor  que, no caso desse livro de poemas,  é você meu amigo, pois só os amigos, esses espécimes, meio mágicos meio magos, são os  que  sempre aparecem para  nos lembrar dos valores conhecidos “e” de  explorar valores novos na vida “ou”  num  livro de poesia.

Enfim,   este livro  nada mais é  do que um conteúdo de verdades filosóficas absolutas do jogo livre de imaginação em liberdades  da expressão escrita, que tangenciam o invisível dos pregos enfiados no horizonte, porque “as coisas que não existem são mais bonitas”, como diz Felisdônio comendo papel no poema “Mundo Pequeno”  de Manoel de Barros (1916 – 2014), e, também, porque a “Natureza ama esconder-se”, segundo Heráclito de Éfeso (535 a.C.- 484 a.C.).
O autor

Opinião de quem gosta de blues

18 de outubro de 2016

Pois

se você

quer

um mal

conselho

Viva o inferno dos  afetos

Sorria com os amigos

Chore

chore

pro  espelho

Curta

mande mensagem

e ligue

(Liga agora, porra!)

Encontre nos achados

Sinta saudade

dos perdidos

dos fodidos com som de U

Faça música

Atue

Faça poesia

Leia poesia

Ouça poesia

Erre feliz

com  o um  de todo mundo

com um de todo mundo

E perceba

A quantidade de existência

Na dúvida

De um

Bom

Conselho

Leitura do poema retirado do Zíper da cidade. Sarau dos Achados e Perdidos. São Paulo.Praça Roosevelt. Noite de terça. por volta das 10hs de um dia chamado de vinte e seis desse mês.

30 de julho de 2016

Da série: “Depois de E ou”

5 de novembro de 2015

Quando você estiver triste
fale com alguém
e se estiver triste de um outro jeito
escute alguém
depois sinta que esta poesia
faz bem
e
parece triste

forma de dor

20 de março de 2015

Eu queria a dor dos analgésicos
Sei disso

porque a dor  muito forte
não doe
É  uma loucura

Não sai da mente o querer inventar

erros de gramática nesses momentos
Nunca deixei de errar
porque deixar

não posso
Sou posse
Tudo… sentir, ouvir, ver, falar, escrever,  mentir

É …por …na forma que nunca foi

e não é

Agora que

retorna uma lágrima  para  o olhar  a  lua

parada  entre pessoas apaixonadas

se beijando  na praça

numa conjugação de  verbos

que ainda

não causa dor