No Balcão do bar um livro de poesia

18 de dezembro de 2017

Comunico que existem exemplares para serem possuídos por quem quiser conhecer a prosa poética desenvolvido no livro “Para onde vão os sapatos”, para tanto, basta, em qualquer noite dessas, ir aos seguintes bares da Praça Roosevelt: 1) Vinil Retro Cafeteria e Tabacaria nº 230; 2) La barca nº 226; 3) Amigos do Zé nº 92; 4) Fabinho nº 28; Espetinho do Biro nº 252 (poderemos ter outros). Nesses bares você poderá comprar um exemplar por R$ 25 ou recebê-lo de presente do autor pessoalmente, se 0 acaso permitir o encontro. O fato do envolvimento dos bares da Praça na distribuição de produções independentes (livros, por exemplo) é uma proposta da comunidade boêmia da Praça Roosevelt envolvida entorno das respostas possíveis para o “por que não?” das provocações do Sarau dos Achados e Perdidos.

CLAUDIO WILLER ESTÁ DE MUDANÇA

18 de dezembro de 2017

Para não perdermos a orientação.

Claudio Willer

Na foto, o local.  É no prédio.

Pela burocracia brasileira de telecomunicações, talvez seja mais difícil achar-me – mas abrirei internet. E atenderei celular.

Quem quiser / precisar saber do meu novo endereço, gostaria que se comunicasse comigo por e-mail ou no “inbox” do Facebook – transmitirei com satisfação.

Mudança de local inclui a artista plástica Maninha Cavalcante.

Logo darei mais boas notícias.

Obrigado.

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Dia 13.12.2017 tem lançamento do livro “Para onde vão os sapatos”

9 de dezembro de 2017

CONVITE. Prosa poética.  noite depois das 20hs do dia  13.12.2017. Meio fora do bar Amigos do Zé. Praça Roosevelt, 92 São Paulo – SP.   Lançamento do livro “Para onde vão os sapatos”, que chega prefaciado por Claudio Willer, com projeto gráfico de Vinícius Lourenço Costa e revisão de Maria  do Carmo Rodrigues (Carminha Rodrigues). O livro se decompõe em distorções de distrações na relação do poeta  numa locacidade tantã. Um jogo. Uma composição de possíveis mistérios. Mais ou menos isso, neste momento.  Você poderá comprar um exemplar ou receber  um  de presente.  A decisão é sua, pois para mim  o prêmio vem da intenção de transmitir poesia através   da leitura de poemas do livro.   Seja bem vindo.

 

CARDS PARA ONDE VAO OS SAPATOS 2

Amanhã, dia 29.11, noite de Achados e Perdidos – amigos do Zé. vou ocupar meus cinco mais ou menos minutos para o preá-lançamento do livro “Para onde vão os sapatos”. Será um pré-lançamento, pois ainda não recebi os exemplares da gráfica. De qualquer forma, vou ler alguns dos poemas em prosa ou versos que compõe o livro, prefaciado pelo poeta e ensaísta Claudio Willer, dentro das formas urbanas do projeto gráfico do Vinícius Lourenço Costa, que contém e liberta os vários conjuntos de palavras – revistas por Maria do Carmo Rodrigues – que se tocam “paratrair” a poesia que segue em qualquer lado da calçada da Praça Roosevelt. Dedico, aqui, o pré-lançamento do dia 29 (pode ter outro) a todos os achados e perdidos de tantas tantãs tentações desta cidade.

28 de novembro de 2017

capa do livro.png

Um poema sobre o tema magia que ando explorando na ultima mente.

12 de novembro de 2017

Penso

Eu penso na magia

e penso numa magia

que fosse capaz de fazer

o aparelho de celular

que grava minha voz

flutuar diante da minha boca

E assim

não precisaria

sustentá-lo  com

minha mão esquerda

o cotovelo

apoiado na cadeira

de plástico

na varanda do apartamento do 10º andar

daquele edifício

da Nestor Pestana

E essa

magia

feito magia

se revelaria

pela força do vento

na luz da noite

duma luz distante

e sem brilho

Trêmula

como se fosse um caminho

duma temperatura

vibrante

fresca

suave  dum enfim

de tudo  que se transforma

na sombra

que sustenta

o flutuar do aparelho celular

E que

por ilusões ópticas

é minha

mão

que representa

tudo isso

Poema da parte “DIVINA INTUIÇÃO OESTE”  do livro “Para onde vão os sapatos” que estarei lançando no mês  de novembro agora. 

26 de outubro de 2017

 

“O espaço no rodapé e nos olhos da página em branco. A saída e a chegada das mãos. O relógio sem hora, que toca na espera da demora. Flores podadas na memória do vaso de vidro. Sapato apertado solto na sala. Olhar refletido alhures Corta

Você. Solidão. Perdão. Margem.  Imagem de Abraços. Notas de blues. Música clássica

Corta

Eu perdendo a poesia nos risos do silêncio do espatifar das gotas da chuva. Mentindo sobre calendários, linguagem, salvação, despedidas e fotografias. Querendo palavras perdidas em qualquer lugar do impulso do medo desta cidade quente que desaparece entre as estrelas dos versos dos palcos dos teatros  Corta

É noite. Leia uma frase. Ouça as palavras. Deixe-as desfazer a identidade e separar o absurdo da existência

Corta

A distância continua depois e depois entre a luz do entorno dos sapatos, do meu rosto, das paredes, da palavra por palavra, do envelope de cartas… A distância é uma fotografia no tempo da sala, da casa da mãe, da imagem distorcida dos sapatos, da forma do espelho distraído

Corta. Deligue a luz, se for caso, mas não deixe a poesia acabar na imagem da porta fechada, numa imagem de santo ou no oco da lâmpada apagada. Ascenda uma vela para orientação entre os riscos dos recortes das palavras

no vento de janela

Pense no som da caneta

uma TV fora de sintonia

ou no som de jornais espalhados pelo tapete

pegadas de astronautas seguindo as do Papai Noel

Cola

Lembre-se das virilhas ruas

dos vermelhos gemidos e do abismo da porta aberta que não podemos trancar com os pedaços

recortados

de nossas

palavras”

ROBERTO PIVA, 80 ANOS: HAVERÁ MANIFESTAÇÕES

23 de setembro de 2017

Claudio Willer

Dia 25 de setembro Roberto Piva – 1937-2010 – completaria 80 anos. Homenagens são preparadas. Gabriel Kolyniak, Roberto Bicelli, eu, amigos, colaboradores da Biblioteca Roberto Piva, organizamos.

Nestes tempos de acontecimentos estranhos, de recrudescimento do obscurantismo, a voz do grande inovador da poesia brasileira tem que estar cada vez mais presente.

Vejam o que vem aí:

  1. DIA 19 DE SETEMBRO, TERÇA FEIRA, NA BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE: A partir das 19 h: Renata D’Elia (palestra sobre Os dentes da memória), Claudio Willer, Roberto Bicelli, Beth Brait Alvim, Guilherme Ziggy, Gabriel Kolyniak, Rubens Zárate, Celso de Alencar, Contador Borges, Raul Fiker, Chiu Yi Chih, outros convidados.
  2. DIA 23 DE SETEMBRO, SÁBADO, PROGRAMAÇÃO NA CASA DAS ROSAS: Das 16h30 às 21 h, incluindo mesa sobre publicações de Piva e entrevistas com ele, uma gravação inédita de Paranóia lido na íntegra pelo próprio Piva, e comentários sobre esse livro, por autores de dissertações…

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Pedro Tostes – alguns poemas e 1 tradução

7 de abril de 2017

escamandro

um encontro é a rua é
é a bebida é um deus é
é baco é limão & sal éé
é a rua é a poesia é é é
é preciso comer bem é
é preciso comerpoesia

pedríssimo baco,  ao escolher um nome poesia –
a escrita poemática corre! uma acepção assíria —
‘morada’. morada, morada é um lugar é um nome
e um nome é um destino. e morada é mais que —
um nome, morada são chinas da alma, um devir &
um presente para passarmos tão-bem os tempos
sombrios, todos esses. os olhos agradecem sim a

poesia, enfim. ‘a verdade é dita com facilidade. é?


nina rizzi 

***

10004059_10152306675407376_80830752_nPOÉTICA
A poesia é mesmo caso sério:
vez por outra vai parar no cemitério.
E sempre volta, como um
zumbi literário.

A poesia brasileira anda broxa,
não mata a cobra,
esconde o pau
e espera ansiosamente pelo
próximo edital.

A…

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3 de abril de 2017

São Paulo oculta

Nova palestra: Jack Kerouac e a Geração Beat, um guia de leitura

30 de março de 2017

Claudio Willer

Quando: Na próxima quinta feira, 30 de março às 19h30 até as 21h30

Onde: EdLab – Editora Hedra: Rua Fradique Coutinho, 1139, Vila Madalena – São Paulo – SP. Fone 11 3097-8304 / e-mail: edlab@hedra.com.br.

Inscrições: R$ 10,00

Informam os organizadores: O poeta, ensaísta e tradutor CLAUDIO WILLER retoma o ciclo de palestras sobre a Geração Beat desta vez para inaugurar um novo espaço de debates e produção literária: o Ed.Lab, na sede da Editora Hedra.

Veja também em https://www.facebook.com/events/404429646589624/ –

Meu comentário: Palestras anteriores sobre o tema – nas mostras de cinema beat em Brasilia, São Paulo e Rio de Janeiro – lotaram auditórios, a ponto de faltarem lugares e sobrar público. Por isso retomo, desta vez utilizando as confortáveis instalações do EdLab da editora Hedra e seus parceiros, cobrando um ingresso de R$ 10,00. Entendo que, a cada nova apresentação, é possível adicionar, refinar interpretações desse autor…

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